Se os olhos não brilham e o coração não desata a bater cada segundo mais rápido, "qual é a graça?", eu me pergunto.Se os sonhos não vem naturalmente, se sua presença não me assusta de um jeito bom, qual é a graça?
Você não sai da minha cabeça.Mas não sai de um jeito negativo.Seu nome e apelido trazem um problema que precisa ser resolvido.Quando te vejo, entro em pânico por perceber que não existe paixão nenhuma, não existe amor nesse sentido.
Não consigo encarar você desta maneira,por mais que um lado meu me incentive a um mergulho de cabeça a essa situação.E eu sei muito bem qual é a escolha a seguir, mesmo que te machuque.
Desculpe, mas pra mim é o que me convém.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
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