Eu me pergunto, olhando no espelho, com os olhos fitados neles mesmos: e afinal, para onde vamos?
Estamos ai. Corre, para, dorme, senta, respira, levanta. Não nessa ordem, mas em alguma ordem que eu acho que faça sentido. Afinal, algo precisa fazer sentido - cabeça, o coração, essas coisas inconvenientes andam não me deixando em paz. Eu não sei bem como é viver sem sentir algo quetinho em emu peito, algo juntinho, assim, no diminutivo mesmo.
Mas que há em mim, pra que preciso disso? Não é fraqueza querer apoiar-me sob algo justo, firme, verdadeiro. Precisa ter um sentido. Eu sozinha talvez seja demais para eu mesma. E então me fito e digo: ponha-se a algum lugar, pois parada aqui não vai começar a gostar mais de si mesma. Não é bem assim que se faz - talvez seja mais flexível que isso. Talvez seja mais eficiente do que se olhar e esperar mudar. Tem mesmo é que entender quando que deram o sinal para fazer diferente. É entender o sinal sonoro bem alto em seu coração: vamos, é por ai, mexa-se! Coragem...
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