Aqui estamos de novo....cutucando, revirando e reabrindo a mesma velha ferida. A mesma velha sensação de nunca conseguir. De sempre faltar um tantinho de tato, de olhares, de carinho. E quem dera se fosse um tantinho! É um vazio imenso que não parece ser preenchido nunca - pelo menos nunca foi todas as vezes que tentei. O mais próximo de completude foi há tanto tempo, que nem sei como isso está gravado em mim. Mas o ponto é que está gravado e não aceito menos que isso. "Lembra do primeiro abraço? " diz meu coração que, nostálgico, me incentiva a ir falar bobagens com alguém que sei que não vai me ouvir. Nem por ser bobagens nem por nada, mas não vai ouvir. Porque perdemos o tempo em que podíamos ser algo, e querer algo ainda é motivo de vergonha e de escárnio. Quem eu penso que sou? Por querer algo e por querer tão errado: ou é a pessoa, ou é o momento. Quando que isso se alinha?
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